1. Dia-a-dia

    Saio de casa ainda com os olhos entreabertos, pálpebras cansadas e pensamentos acelerados. Deparo-me com um sol radiante, onde seu brilho dá boas-vindas a um novo dia que está nascendo.  Percebo que finalmente meus pensamentos pararam para descansar e minha mente esvaziou-se.

    Enquanto ouço as notícias que jorram do rádio, paro para observar o que corre a minha volta. Pessoas com as cabeças baixas, dedos correndo pelas teclas do celular e andando com passos largos, como que se quisessem chegar a algum lugar inalcançável. Não entendo essa pressa. Essa pressa de viver, essa pressa de sentir, essa pressa de existir.

    Estudantes com vários livros em seus braços atravessam a rua. Livros que carregam o conteúdo de seus futuros. Olhavam reto, como se estivessem focados e desejosos apenas pelo amanhã, esquecendo-se do próprio presente que os cercam. Observei algo de interessante: todos levam em suas orelhas fones de ouvidos.  Acabei por concluir que eles funcionam como uma chave mestra, abrindo uma porta para uma nova realidade, onde nesta há tempo para sorrir, para se aventurar, para se divertir, enfim, para viver.

    Depois de seis horas sendo atingida por conhecimentos de todas as esferas, posso finalmente voltar para casa. Percebo que as pessoas andam mais serenas, conversando e gesticulando. Os estudantes, assim como eu, saem em montes da escola, como que o outro lado do portão representasse a liberdade.  Essa liberdade que quero viver diariamente, intensamente e eternamente.

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  2. Ninguém pode ver o amor, mas pode senti-lo e dessa forma saber que ele existe. Da mesma forma Deus: não podemos Vê-lo, mas podemos Senti-lo através da nossa fé e da esperança que cativa em nossos corações.

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  3. (via w-h-o-e-v-e-r-h-e-i-s)

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  4. (via cakeless)

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  5. (via tturnitaround)

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  6. Obrigada por ser sempre o meu melhor amigo

    Obrigada por ser sempre o meu melhor amigo

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  7. (via waterywatermelon)

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  8. (via tturnitaround)

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  9. (via a-c-a-r-i-c-i-a-r)

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  10. Infância

    Saudades de quando as amizades eram puras e os sorrisos verdadeiros. Saudades de quando a minha maior preocupação era escolher com que barbie iria brincar ou que roupa ela iria vestir. Saudades de quando dizia que os garotos eram idiotas e que nunca me apaixonaria por um. Saudades de brincar de esconde-esconde e recortar palavras de revistas pra lição de casa. Saudades de quando meu maior medo era o escuro e de quando não sabia o que realmente queria dizer “saudades”. Saudades de não saber o quanto as pessoas podem lhe magoar. Saudades de quando tudo era mais fácil, de quando tudo era verdadeiro e de quando pensava que tudo era pra sempre. É… saudades da infância

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